A conta
Com o exemplo da calculadora: dois turnos de 480 min, 60 min de pausas por turno e demanda de 1.680 peças por dia.
| Etapa | Conta | Resultado |
|---|---|---|
| Tempo disponível por dia | (480 − 60) × 2 | 840 min (50.400 s) |
| Takt time | 50.400 ÷ 1.680 | 30 s por peça |
| Capacidade com ciclo de 28 s | 50.400 ÷ 28 | 1.800 peças por dia |
| Mínimo de postos (120 s de trabalho) | 120 ÷ 30 | 4 postos |
Com ciclo de 28 s, a linha tem cerca de 7% de folga sobre o takt. Essa folga é o que absorve pequenas paradas sem atrasar o cliente.
Como usar o takt na linha
- Ciclo acima do takt: a linha não atende a demanda. Antes de pensar em hora extra, veja qual posto é o gargalo e onde ele perde tempo. O OEE do gargalo mostra se o problema é parada, velocidade ou refugo.
- Ciclo muito abaixo do takt: sobra capacidade. Produzir no ritmo máximo vira estoque parado; vale nivelar a produção ou reduzir postos.
- Balanceamento: divida o trabalho total por peça pelo takt para saber o mínimo de postos. Se um posto tem muito mais trabalho que os outros, ele dita o ritmo da linha inteira.
Quando o takt muda toda semana
Com demanda que oscila, o takt muda junto, e a programação da produção precisa acompanhar. Fazer isso em planilha, cruzando pedidos do ERP com a capacidade de cada linha, é onde o PCP perde horas toda semana.
A Ada constrói a programação da produção sob medida, puxando os pedidos do ERP e mostrando a carga de cada linha contra o takt. Veja software sob medida ou agende um diagnóstico.